quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Inca divulga menor incidência de alguns câncer no País


Inca aponta menor incidência de alguns tipos de câncer no país




Da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Estudo do Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta queda nas taxas de incidência e mortalidade para tipos da doença em algumas cidades do país. Curitiba (PR) é a capital com a maior queda de casos novos de câncer (9,4%) e mortes (7,9%). São Paulo (SP) e Goiânia (GO) também apresentaram redução significativa (7,4% dos casos e 3,6% das mortes ) e (4,9% dos casos e 3,2% das mortes), respectivamente.
Para o câncer de colo de útero, o estudo aponta que das 11 cidades com Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP), com pelo menos oito anos de informações consolidadas, nove apontam tendência de queda nos casos e nas mortes, duas registraram tendência de alta na incidência e uma tendência de alta da mortalidade. Em Salvador, por exemplo, entre os anos de 1997 e 2004, houve redução de 5,3% na incidência e 3,5% na mortalidade. A estimativa do instituto, até o fim do ano, é que quase 18 mil mulheres, em todo o país, sejam diagnosticadas com a doença.
Para o diretor-geral do Inca, Luiz Antônio Santini, o declínio é resultado das campanhas de prevenção feitas no país nos últimos 20 anos e do diagnóstico precoce das doenças. Ele destacou a importância dos dados para a continuação das pesquisas sobre o câncer. "Isso não é motivo para nos contentarmos, ao contrário, isso é motivo para nos estimular a dizer: 'Olha, tem sido feito coisas que estão dando certo, então precisamos aumentar ainda mais a vigilância e a eficiência e produzir esses documentos que permitem fazer as análises de acompanhamentos e projeções'", avaliou.
O câncer de mama também apresentou redução nas taxas de incidência e morte. Estima-se que 80% das mulheres diagnosticadas com a doença têm sobrevida, percentual superior ao demais países da América Latina. Das 11 cidades avaliadas, a maioria apresentou taxas estáveis para incidência e mortalidade. Quatro apontaram tendência de alta na incidência e três, na de mortalidade, de acordo com o estudo Informativo Vigilância do Câncer.
Apesar do resultado positivo em relação ao câncer de mama, Santini ressalta que é preciso fazer um esforço para melhorar a qualidade dos exames de mamografia. "O exame da mamografia é o mais importante para a detecção precoce do câncer de mama. Ele já detecta a existência do câncer. A mamografia, se feita e analisada de forma correta, é fundamental para reduzir a mortalidade. Não é só garantir o acesso ao exame, mas sim garantir o acesso com qualidade", destacou.
Além desses dois tipos, foram analisados também as tendências de incidência e mortalidade dos cânceres de próstata, estômago e de cólon e reto. Em relação ao de pele, devido à baixa letalidade, foi analisada apenas a tendência de incidência.
O Rio de Janeiro, sede do Inca, ficou de fora dos estudos. De acordo com Santini, a "falha" é em decorrência da dificuldade na implementação das políticas de saúde pública. "É uma questão bastante complexa. Isso não é negligência da atual administração, mas sim, uma consequência da superposição de autoridades na história da saúde pública do Rio de Janeiro. É uma história de competição e não de cooperação", disse.
O lançamento do estudo marca o Dia Nacional de Combate ao Câncer. O estudo reúne informações coletadas em 22 estados que têm o RCBP, indicador do Inca, com pelo menos um ano consolidado. Ainda engloba 11 cidades que têm o RCBP por pelo menos oito anos, com o objetivo de analisar as tendências da doença no país. Os dados coletados são de 1987 a 2009, dependendo da cidade avaliada.
Edição: Carolina Pimentel
   

Ministério da saúde irá premiar equipe de atenção Básica


Acesso e qualidade: Saúde premia equipes de Atenção Básica



ACESSO E QUALIDADE: SAÚDE PREMIA EQUIPES DE ATENÇÃO BÁSICA


O Ministério da Saúde vai premiar, pela primeira vez, o alto padrão de qualidade das Equipes de Atenção Básica (EAB) que integram a políticaSaúde Mais Perto de Você. A lista das equipes que foram avaliadas pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) consta da Portaria 2.626. Em todo o país, serão repassados quase R$ 75 milhões referentes à certificação de 15.095 equipes de 3.532 municípios. Desde o ano passado, o Ministério da Saúde já repassou para o PMAQ R$ 534 milhões.
“É a primeira vez que o Ministério da Saúde está repassando recursos com base na qualidade do atendimento na Atenção Básica. Agora, passamos a ter um padrão de qualidade nacional”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Também pela primeira vez, o Ministério da Saúde ouviu, pessoalmente, a opinião dos usuários sobre o atendimento prestado por Equipes de Atenção Básica. Foram entrevistados 55.951 mil usuários.
Incentivos – Atualmente, cada equipe recebe do governo federal de R$ 7,1 mil a R$ 10,6 mil por mês, conforme critérios socioeconômicos e demográficos, acrescidos ainda recursos para as equipes com Agentes Comunitários de Saúde e profissionais de Saúde Bucal. Equipes consideradas insatisfatórias, que não cumpriram o mínimo necessário do padrão de qualidade, não receberão recursos. Porém, poderão se inscrever novamente para uma nova avaliação, que acontece em março de 2013.
No mesmo período, será possível ampliar a adesão para 100% das Equipes de Saúde da Família, o que representa um universo de aproximadamente 33 mil equipes. Será possível também a adesão, ao PMAQ,de Equipes de apoio dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), de Centro de especialidades Odontológicas (CEO) e dos Consultórios na Rua.
As equipes avaliadas são compostas por médico, enfermeiro, técnico ou auxiliar de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde. Há equipes que também oferecem assistência odontológica e são formadas por dentistas, auxiliar de consultório dentário e/ou técnico em saúde bucal.
Qualificação – Esses resultados correspondem à última fase de avaliação do PMAQ, que consiste no repasse dos recursos e no recredenciamento automático das equipes no programa, com adoção de novos padrões e indicadores de qualidade. O objetivo é garantir um alto nível de atendimento por meio de um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde.
No próximo mês, serão finalizadas as análises dos dados de todas as equipes participantes. “A expectativa éque a divulgação dos resultados específicos possa dar subsídios às equipes para o reconhecimento dos esforços já empreendidos e para a implantação das melhorias”, explica o coordenador de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Hêider Pinto.
UBS – O Ministério da Saúde também está investindo na qualidade das Unidades Básicas de Saúde (UBS), onde as equipes de Atenção Básica atendem a população. O Programa de Requalificação das UBS (RequalificaUBS) prevê desde a adaptação da estrutura física das unidades até o trabalho das equipes de saúde.
O programa tem o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos profissionais de saúde, além de modernizar e qualificar o atendimento à população. Prevê, ainda, a construção de novas UBS, além da ampliação e reforma das unidades já existentes. Atualmente, existem mais de 38 mil Unidades Básicas de Saúde no país.
O Programa – O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) é um dos componentes da Estratégia “Saúde Mais Perto de Você” e tem o objetivo de estabelecer um padrão de qualidade na assistência básica ao estimular a instituição de processos que assegurem maior acesso e qualidade aos serviços ofertados pelas Equipes de Atenção Básica (EAB).
Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Agente de Saúde recebem FGTS


FGTS LIBERADO PARA AGENTES DE SAÚDE




O Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador – SINDSEPS abraçou a luta dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate as Endemias no que diz respeito ao saque do FGTS desses Servidores, com a edição da Lei 7.955 que transformou o regime jurídico para estatutário estes servidores passaram a ter direito ao pagamento desses valores.
A assistência jurídica prestada pelo SINDSEPS tem dois grandes diferenciais. O primeiro é que essas ações não se restringem apenas ao pedido de pagamento dos valores depositados, mas também a cobrança das parcelas que não foram depositadas, principalmente para os servidores oriundos da Real Sociedade, que tem, geralmente, muitas parcelas não depositadas.
O segundo diferencial é que o SINDSEPS, em atenção e respeito ao quanto preceitua a nossa legislação e jurisprudência, não cobra honorários advocatícios dos seus associados, que já contribuem mensalmente com o Sindicato que remunera os seus advogados.
O registro das ações ajuizadas pelo corpo jurídico do SINDSEPS tem sido revestido de êxito, com antecipações de tutela concedidas, alvarás emitidos para saque e sentenças favoráveis.

O coordenador jurídico do SINDSEPS  Bira Leite, comemora a atuação do sindicato e reitera o empenho do setor jurídico na luta com as questões trabalhistas dos servidores. “O nosso empenho diário fortalece o trabalho desenvolvido pelo sindicato em toda tramitação do processo de transferência do servidor do regime CLT para estatutário que em decorrência da Lei, assegura-lhes o direito de movimentar a conta do FGTS” Disse.
O servidor pode procurar o SINDSEPS para o atendimento.
Segunda e quarta: 9h às 12h e 13h às 16h
Quinta: 9h às 11h
Dr. Marcus Brito, advogado responsável para acompanhar os processos do FGTS.
Mais informações pelo telefone: (71) 3321-4855.

FONTE: SINDSEPS

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Sistema online disponibilizará informações sobre cursos de residência na área de saúde


Vinícius Soares
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde instituiu hoje (26) sistema de informação para facilitar a supervisão, regulação e avaliação dos programas de residência na área de saúde. A comissão é vinculada à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação.
A decisão foi publicada na Resolução nº 5, do Diário Oficial da União desta segunda-feira, e prevê que o SisCNRMS deverá ser acessível a todos pela internet. Constarão no sistema informações sobre o reconhecimento dos cursos de residência multiprofissional na área de saúde, com uma lista de todos os que estão autorizados a funcionar.
A Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde e a Coordenação-Geral de Hospitais Universitários e Residência de Saúde serão as responsáveis por coordenar sistema, e a Diretoria de Tecnologia da Informação do Ministério da Educação deverá colocá-lo no ar e mantê-lo em funcionamento.
Edição: Graça Adjuto

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Conselho Nacional de realiza estratégica de educação permanente para controle social.


Educação Permanente para o controle social em construção

A Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (Sgep/MS), em parceria com o Conselho Nacional de Saúde (CNS), promoveu, entre os dias 12 e 14 de novembro, a 1ª Oficina Regional Compartilhada de Educação Permanente para o Controle Social no SUS, em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro, a mesma oficina foi realizada em Belém, no Pará.  O objetivo dos encontros foi debater o Plano e a Política Nacional de Educação Permanente para o Controle Social do SUS.

Participaram de palestras e debates conselheiros, acadêmicos e profissionais de saúde e educação dos estados. No encontro realizado com os estados da região Norte, em Belém, foi estabelecida uma agenda estratégica com ações intersetoriais para implantação do plano nas três esferas de gestão, além de criar espaços de diálogo entre conselheiros e lideranças que têm interlocução no SUS. Foram utilizados como base para o debate os eixos da política — participação social, financiamento, intersetorialidade, legislação do SUS e informação e comunicação em saúde.

José Eri Medeiros, conselheiro do CNS, representante do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), explica que entre os principais propósitos da oficina estão os de divulgar estes eixos estruturantes, além de elaborar o Plano Nacional de Educação Permanente para Controle Social do SUS. "O plano está sendo construído nesses encontros e a discussão sobre ele está pautada em uma metodologia diferente, através de rodas de conversa. Esta é uma estratégia onde as instituições, faculdades e universidades terão que participar para colocar em prática suas propostas", resumiu. Medeiros informou ainda que, na ocasião, foi criado um Fórum Nacional de Educação Permanente.

A oficina serviu ainda para estreitar os vínculos entre as políticas de Educação Permanente para o SUS, de Controle Social e de Educação Popular em Saúde, além de provocar o diálogo e a troca de experiências em Educação Permanente e o Programa de Inclusão Digital para o Controle Social. O encontro realizado em Pernambuco foi o quarto promovido pela Sgep, em parceria com o CNS. Além de Jaboatão dos Guararapes, já foram realizadas oficinas em Brasília e Vitória, no Espírito Santo.
Por Flavia Lima, da RET-SUS
Com informações do Conselho Nacional de Saúde

MS apresenta projeto de melhoria para os profissionais do SUS

Publicada em 16/11/2012

Projetos de melhoria das condições de trabalho no SUS recebem apoio do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde (MS) apoiará as secretarias de saúde dos estados e do Distrito Federal na implementação de projetos de planos de cargos, carreiras e salários e de melhorias das condições de trabalho no setor. Os gestores do SUS que queiram participar dessa iniciativa deverão inscrever suas propostas até o dia 30/11 no site do MS. “O objetivo do Ministério da Saúde é estimular gestores e profissionais a encontrarem, de maneira integrada, soluções inovadoras que possam melhorar as condições dos profissionais do SUS, evitando, por exemplo, a fragilização dos vínculos trabalhistas”, anunciou o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales. Para estimular os estados nesta ação, o governo federal investirá R$ 29 milhões nos projetos, em consonância com a Portaria 2.517, publicada em 1º/11.

Serão selecionados até dez projetos, sendo R$ 5 milhões para três propostas de planos de carreira, cargos e salários de abrangência intermunicipal e/ou regional e até R$ 2 milhões para sete projetos de melhorias das relações e dos vínculos de trabalho. As propostas vencedoras contarão com apoio técnico e acompanhamento do Ministério da Saúde para a execução das medidas. Os projetos serão avaliados por uma comissão formada por integrantes do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Já o Prêmio Inova-SUS Carreira continua com as inscrições abertas até dia 25 de novembro. A iniciativa vai premiar experiências bem sucedidas na elaboração, revisão e implantação de Planos de Cargos, Carreiras e Salários pelas secretarias estaduais e municipais de saúde. Os sete ganhadores serão premiados com R$ 200 mil, montante que deve ser aplicado no setor de recursos humanos do respectivo órgão.

Com informações da Agência Saúde

terça-feira, 13 de novembro de 2012


Comissão discutirá piso salarial para técnicos em saúde bucal e para auxiliares



A Comissão de Seguridade Social e Família realizará, nesta terça-feira (13), audiência pública para discutir o Projeto de Lei 1187/11, que institui piso salarial de R$ 1.020 para técnicos em saúde bucal e de R$ 770 para auxiliares.
O valor, segundo o texto, será reajustado anualmente pelo INPC e a carga de trabalho será de 8 horas diárias e 40 semanais.
A autora, deputada Gorete Pereira (PR-CE), lembra que o Congresso já reconheceu as profissões de técnico e de auxiliar em saúde bucal (Lei 11.889/08), mas não instituiu piso salarial para as categorias. “Esse projeto vem preencher essa lacuna”, afirma.
Foram convidados para discutir o assunto:
- o presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Antonio Carlos Figueiredo Nardi;
- a secretária de Saúde da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam), Irene Rodrigues dos Santos;
- a coordenadora-geral de Regulação e Negociação do Trabalho em Saúde do Ministério da Saúde, Miraci Astun; e
- a secretária executiva da Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS, Eliana Pontes de Mendonça.

Ao vivoQuem quiser poderá assistir ao debate ao vivo e ainda enviar perguntas aos deputados por meio do bate-papo on line promovido pelo Portal e-Democracia. Clique aqui e participe!

A reunião será realizada a partir das 14h30, no Plenário 7.

Alerta aos jovem...


Cresce o número de jovens que recorrem a estimulantes sexuais, mesmo sem precisar


Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Um levantamento feito com homens entre 25 e 35 anos atendidos pelo Centro de Referência em Saúde do Homem da capital paulista revelou que 20% dos pacientes utilizaram medicamentos para disfunção erétil sem prescrição médica. Foram consultados 300 homens durante o período de um mês.
“São jovens que acham que tomando a medicação vão virar super-homens, vão ter um aumento da potência. Mas, na verdade, não tem nada disso”, disse Cláudio Murta, coordenador da Urologia do centro.
Murta explicou que o uso dos estimulantes sem necessidade não faz diferença no desempenho sexual. “A medicação funciona apenas para quem tem problema. Para quem não tem, praticamente não faz efeito”, informou.
De acordo com o médico, além de não trazer benefícios, a utilização inadequada de estimulantes pode ocasionar efeitos colaterais como dor de cabeça, nariz entupido, rosto vermelho, diarreia, náusea, vômito e, em casos mais raros, pode provocar cegueira. “Para quem tem problemas cardíacos, pode levar até a morte”, alertou.
Outro problema provocado pelo uso dos estimulantes é o risco de dependência psicológica. “O paciente acaba achando que só vai conseguir ter relação [sexual] se tomar a medicação, quando, na verdade, não é nada disso. Ele pode ter a relação [sexual] independentemente do remédio”, explicou. Segundo o médico, os pacientes nessa situação passam a achar que precisam da medicação para conseguir a ereção, mesmo que o remédio não seja, de fato, necessário. “O paciente acaba sofrendo muito depois”, disse
O médico alerta que o uso indiscriminado dos estimulantes tem aumentado. “Há bastante tempo, desde que foi lançado o Viagra, a gente sabe que existe este tipo de uso. Agora, com a quebra da patente do Viagra, a tendência é [o problema] aumentar, porque o preço caiu. Então, há um certo receio de que a coisa fique até pior”, disse.
Os estimulantes sexuais, destacou o médico, devem ser usados apenas por pacientes com problemas reais de ereção. “Nós prescrevemos o remédio para quem tem alguma doença orgânica que leva à disfunção erétil como pressão alta e diabetes”.
Normalmente, a idade comum dos usuários que utilizam a medicação é acima de 60 anos. “Eventualmente, tem pacientes jovens para quem a gente prescreve, são os que têm problemas psicológicos. A gente acaba usando como uma terapia de apoio, enquanto ele faz a psicoterapia e trata o problema psicológico dele”.

Edição Beto Coura