sábado, 8 de setembro de 2012


sexta-feira, 7 de setembro de 2012


Comissão aprova inclusão de assistentes sociais nas equipes do Saúde da Família

Dep. Rogerio Carvalho
Carvalho: os assistentes sociais integrarão as equipes das unidades de Atenção Primária à Saúde.
A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou nesta quarta-feira (5) o Projeto de Lei 6271/09, do deputado Maurício Trindade (PR-BA), que torna obrigatória a inclusão de assistentes sociais nas equipes do programa Saúde da Família, do Ministério da Saúde. De acordo com a proposta, os profissionais deverão estar devidamente habilitados e inscritos no respectivo conselho regional da profissão.
O parecer do relator, deputado Rogério Carvalho (PT-SE), foi favorável, com emendas. De acordo com uma das emendas, os assistentes sociais integrarão as equipes das unidades de atenção primária à saúde. Na proposta original, eles fariam parte das equipes de estratégia de saúde da damília ou dos núcleos de apoio à saúde da família.
“As unidades de atenção primária à saúde parecem-nos ser os locais mais condizentes com as qualificações desses profissionais, que lá poderão oferecer suas melhores contribuições, integrados a uma equipe multiprofissional e organizando e apoiando a ação mais direta junto à população por parte das equipes da saúde da família”, diz o relator.
Tramitação
De caráter conclusivo, o projeto será analisado agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Lara Haje
Edição – Marcelo Westphalem

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NOTÍCIAS DO PISO NACIONAL DIRETO DE BRASÍLIA, AGENTES DE SAÚDE LUTAM PELO PISO DE R$: 871,00 PARA ESTE ANO !


O piso salarial de R$ 722 para os Agentes Comunitários de Saúde e de Endemias proposto pelo Governo Federal não agradou à categoria.Eles reivindicam R$ 871 já em 2012 e R$ 935 a partir de 2013.
O assunto foi tratado nesta terça, 4, entre os deputados da Comissão de Seguridade Social e Família e os representantes da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (CONACS), em Brasília. 
Esteve presente na reunião a representante dos agentes do Piauí, Maria Célia de Araújo – que é do conselho de ética e disciplina do Conasc e presidente da Associação das Agentes Comunitárias de Saúde Combate as endemias da Região de Campo Maior. 
O deputado federal Assis Carvalho (PT/PI) e outros deputados da Comissão assinaram nota de apoio à categoria, direcionada ao Governo Federal.

Fonte: Acessepiaui

07 de Setembro de 2012

ACS participam de curso técnico em Patos

ACS participam de curso técnico em Patos
Agentes comunitários de saúde participam de curso técnico em Patos 

Começou na quinta-feira (6) o Curso Técnico de Formação para Agentes Comunitários de Saúde (ACS) de Patos. O treinamento é oferecido pelo Governo da Paraíba, através do Centro Formador de Recursos Humanos, Cefor.

As aulas acontecem na Escola Lions Djalma Medeiros, no bairro Belo Horizonte, com encontros nas terças e quintas-feiras. A carga horária é de 16h semanais. Setenta e cinco ACS (divididos em duas turmas) se inscreveram. As inscrições ainda podem ser feitas até a próxima terça-feira (10). O curso terá como facilitadoras as enfermeiras: Mellissa Rodrigues, Hígia Morgana, Dione Medeiros e Ingrid Rodrigues.

A capacitação faz parte do plano de educação permanente do Governo da Paraíba, que pretende concluir, até 19 de dezembro deste ano, a primeira etapa de formação técnica dos agentes de saúde. A meta é realizar mais duas etapas de qualificação propostas pelo Ministério da Saúde.

Na abertura da aula inaugural, em Patos, a coordenadora da Atenção Básica do município, Sandra de Lourdes, falou da importância da qualificação e pediu empenho e bom aproveitamento de todos. A apoiadora da 6ª GRS, Keyla Brandão, que representou o gerente regional, falou sobre o processo que vem sendo desenvolvido pelo Governo da Paraíba no tocante à educação continuada, destacando uma série de cursos técnicos que vêm sendo oferecidos aos profissionais de saúde, a exemplo dos de hemoterapia, radiologia e outros dirigido aos próprios ACS.

“Há um compromisso da Secretaria de Estado da Saúde (SES) não apenas com a qualificação profissional na média e alta complexidade, mas também na atenção básica, que é a porta de entrada para os serviços oferecidos pelo SUS”, comentou Keyla.

Na Paraíba, 1.475 ACS de 39 municípios devem passar por essa capacitação, distribuídos em 42 turmas.

Pb.gov

sexta-feira, 7 de setembro de 2012


LEI EXIGE QUE AGENTES DE SAÚDE SE QUALIFIQUEM.

 

FOTO: DIVULGAÇÃO

O curso realizado pela Secretaria Municipal de Saúde, para 136 servidores da área de Saúde Cuibá, desde o dia 27-08 (encerramento dia 14-12), na Escola de Saúde do Estado Mato Grosso, atende a um dispositivo legal, explica o coordenador João Paulo Martins de Souza. "Para atuar, os agentes comunitários precisam se qualificar, segundo estabelece a Lei 11.350, de 05.10.2006, artigo 3º, que aborda os requisitos para o exercício profissional de ACS (Agente Comunitário de Saúde)”.
Pela referida Lei 11.350, detalha o técnico, está implícito que o agente deve concluir o curso introdutório de formação. “Em síntese: ele necessita ser qualificado a fim de saber a forma correta de abordar a família e ter conhecimento básico dos programas de saúde atendidos pela Atenção Primária em suas respectivas unidades".
Composto de 400 horas, o atual curso de Qualificação para os Agentes Comunitários de Saúde foi dividido em três módulos teóricos. “Na parte teórica, primeiro módulo, abordamos o processo de integração entre equipes de Saúde e a população assistida pela Unidade Básica de Saúde”.
No segundo, a fase de Planejamento e Avaliação das Ações de Saúde, no âmbito da UBS. E no terceiro, a Promoção Social, Proteção e Desenvolvimento da Cidadania, no âmbito social. Já na parte prática, os agentes serão acompanhados por preceptores nas unidades de Saúde, a fim de que desenvolvam as competências básicas do exercício profissional".
Rosemari Melo, coordenadora da Regional Leste I, também ressaltou que este curso é importante em todos os aspectos. "O agente comunitário é, por si só, o primeiro elo entre comunidade e ESF - Estratégia de Saúde da Família (antigo PSF). É quem faz a captação dos problemas existentes em determinada comunidade, intermediando o atendimento no setor no qual está lotado. Ficam mais fáceis e menos burocráticos os serviços desejados pelas famílias na área de Saúde. O papel do agente é fundamental também nesse aspecto".

FONTE: Plantão News.

AGENTES DE SAÚDE TEM QUE PEGAR INFORMAÇÕES DO BOLSA FAMÍLIA.

FOTO: ILUSTRATIVA


Famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família que tenham crianças de até 7 anos ou gestantes devem prestar informações aos agentes da saúde municipais até 28 de dezembro.
O registro sobre a vacinação, peso e medida das crianças, além do acompanhamento do pré-natal das gestantes, é uma das obrigações daqueles que são atendidos pelo programa de transferência de renda do governo federal, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).
Este semestre, o monitoramento das contrapartidas de saúde atinge 11,4 milhões.
Atualmente, o Bolsa Família atende a 13,77 milhões de famílias, mas somente 82,9% se enquadram no perfil daquelas que precisam prestar as informações referentes à saúde.
Em relação ao primeiro semestre deste ano, são quase 1 milhão a mais de famílias que devem ser acompanhadas nesta etapa.
A contrapartida de saúde é o compromisso assumido pelo beneficiário do Bolsa Família e pelo poder público e abrange a vacinação e acompanhamento do desenvolvimento nutricional das crianças menores de 7 anos - por meio de pesagem e medição - e de gestantes ou nutrizes (mulheres que estejam amamentando).
“Além da responsabilidade das famílias de cumprirem a agenda de condicionalidade, é também responsabilidade do poder público oferecer esses serviços nas regiões mais carentes, como também de cada vez mais ter um acompanhamento de maior qualidade.
Então, é uma dupla responsabilização da família e do poder público”, diz o diretor do Departamento de Condicionalidades do MDS, Daniel Ximenes.
As informações sobre a saúde podem ser colhidas por agentes de saúde diretamente nas casas das famílias ou com a ida dos beneficiários às unidades básicas de saúde de seus municípios.
Contrapartidas – Além das informações sobre a saúde das beneficiárias e crianças, outro acompanhamento que o MDS exige é o relativo à frequência escolar.
O calendário de acompanhamento das contrapartidas é definido pelo MDS em conjunto com as áreas de saúde e educação.
No caso da saúde, as informações das famílias são prestadas duas vezes por ano. Já os dados relativos à frequência escolar precisam ser informados em cinco oportunidades durante o ano.
Apesar de o prazo para o envio das informações sobre a saúde ser até 28 de dezembro, lembra Ximenes, é importante que as equipes municipais façam o quanto antes o trabalho, uma vez que o objetivo é que as famílias cumpram as condicionalidades.
“Se descobrir, por exemplo, que está havendo um problema no pré-natal, é uma maneira de fazer com que a família venha a ter acesso a esse serviço”, assinala Ximenes.
“Outro motivo é que quanto mais cedo as gestantes forem identificadas pelo acompanhamento das condicionalidades, mais cedo elas podem receber o benefício variável a gestantes.”
As famílias com dificuldade em cumprir a contrapartida devem procurar orientação nos órgãos municipais.
Aqueles que não atendem às exigências podem ter o Bolsa Família bloqueado, suspenso ou até mesmo cancelado.

Números

No primeiro semestre de 2012, o Programa Bolsa Família registrou o melhor índice de acompanhamento da contrapartida de saúde desde que o monitoramento começou a ser feito, em 2005.
De janeiro a junho deste ano, 7,5 milhões de famílias foram acompanhadas pelos técnicos municipais da área, totalizando 72,8% dos que se enquadram no perfil saúde.
Os estados do Nordeste foram os que mais enviaram informações sobre saúde (76,09%), seguidos pelos do Norte (74,7%).
Destaque para Roraima, onde 84,96% das famílias com o perfil foram monitoradas.
No primeiro semestre foram acompanhadas 4,15 milhões de crianças menores de sete anos (73,06% do total de beneficiários nesta idade).
Quase todas (99%) estavam com o calendário de vacinação em dia e 83,64% delas tiveram avaliação do estado nutricional.
Entre as mulheres, apenas 37,31% das estimadas pelo Ministério da Saúde como grávidas foram acompanhadas pela área. Destas, 99% estavam com o pré-natal em dia e 77% tiveram acompanhamento nutricional.
Ximenes destaca que o acompanhamento desse público é feito a partir de estimativas e que houve um crescimento na quantidade de mulheres gestantes identificadas.
“Não é um trabalho fácil de conseguir a informação como no caso das crianças que estão na escola.”
Ele acredita, porém, que com o estímulo do benefício para gestante seja possível identificar pelo menos 200 mil mulheres nessa situação.(Minsitério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome)
FONTE: fatimanews

ATENÇÃO BÁSICA

Saúde repassa recursos para equipes do PMAQ

O PMAQ vai gratificar 7.236 equipes de atenção básica de 1.810 municípios referente aos meses de abril, maio, junho e julho
A lista dos primeiros municípios que vão receber os recursos referentes ao desempenho das Equipes de Atenção Básica (EAB) - integrante da política Saúde Mais Perto de Você - foi divulgada nesta quinta-feira (30), pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O anúncio foi feito durante reunião ordinária da Comissão Intergestores Tripartite, em Mato Grosso do Sul. As equipes, que já foram avaliadas, fazem parte do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB).
No evento, o ministro assinou documento de autorização do repasse dos recursos a 1.810 municípios, referentes à certificação de 7.236 equipes, totalizando mais de R$ 148 milhões, referentes aos meses de abril, maio, junho e julho. A partir deste mês (agosto), serão transferidos, mensalmente, mais de R$ 37 milhões.
O processo de certificação destas primeiras equipes, que determinou o volume de recursos a serem transferidos aos municípios, foi composto por três partes: uso de instrumentos autoavaliativos - o que corresponde 10% da avaliação; desempenho em resultados do monitoramento dos 24 indicadores de saúde firmados no momento da adesão do Programa - responsável por 20% da avaliação; e desempenho nos padrões de qualidade verificados in loco por avaliadores externos, que corresponde a 70% da nota de avaliação. Este último quesito foi realizado por 45 instituições de ensino e pesquisa de todo o país, por meio de visitas às equipes de atenção básica participantes do PMAQ.
A avaliação in loco considerou elementos como: infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde, equipamentos, disponibilização de medicamentos, processo de trabalho das equipes, satisfação dos usuários, dentre outros.
Em maio deste ano, o Ministério da Saúde iniciou a uma avaliação in loco do trabalho de 17.304 equipes que atendem no SUS – o equivalente a 53,3% do total de equipes de saúde da família no país (32.809) - que aderiram ao programa em 3.972 municípios brasileiros. Destas equipes, 12.165 já receberam a visita dos avaliadores da qualidade, correspondendo a cerca de 70% de todas que participam do Programa.
Na avaliação, a opinião dos usuários também está sendo considerada no processo de certificação.  Já foram ouvidos mais de 47.000 brasileiros e a percepção de cada um deles, a respeito de como anda a qualidade da atenção básica, será ponderada no momento da definição do volume de recursos financeiros que serão transferidos aos municípios.
As equipes são compostas por médico, enfermeiro, técnico ou auxiliar de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Há equipes que também oferecem assistência odontológica e são formadas por dentistas, auxiliar de consultório dentário e/ou técnico em saúde bucal.
PROGRAMA - Criado em 2011, o PMAQ tem como objetivo incentivar os gestores a melhorar o padrão de qualidade da assistência oferecida aos usuários do SUS nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio das equipes de Atenção Básica à Saúde. A meta é garantir um padrão de qualidade por meio de um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde. O programa eleva os recursos do incentivo federal para os municípios participantes, que atingirem melhora no padrão de qualidade no atendimento.
Equipes bem avaliadas poderão receber até R$ 11 mil adicionais, por mês. Hoje, cada equipe recebe do governo federal de R$ 7,1 mil a R$ 10,6 mil, conforme critérios socioeconômicos e demográficos, acrescidos ainda pelos recursos das equipes de Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde.
COAP – Nesta quinta-feira, o ministro Alexandre Padilha, também participa de solenidade que marca a assinatura do Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde (COAP) com o estado do Mato Grosso do Sul. Na ocasião serão assinados quatro contratos, um para cada região (Campo Grande, Corumbá, Dourados e Três Lagoas). O Mato Grosso do Sul é o segundo estado a assinar o contrato. O primeiro foi o Ceará, no dia 17 deste mês.
A criação do COAP está prevista no decreto nº 7.508/2011, que regulamentou a Lei nº 8.080/1990. Esta lei trata da organização do Sistema Único de Saúde (SUS); o planejamento da saúde; a assistência à saúde e a articulação interfederativa. É um acordo de colaboração firmado entre entes federativos com a finalidade de organizar e integrar as ações e serviços de saúde na rede regionalizada e hierarquizada, com definição de responsabilidades dos entes signatários. 
Segundo o acordo, cada estado é formado por mais de uma região de saúde. O decreto determina, ainda, os detalhes de organização da Região de Saúde, que deve ser capaz de garantir um conjunto de atendimentos de baixa, média e alta complexidade, organizados mediante a conjugação de serviços, recursos financeiros e planejamento integrado, entre os entes federativos. O COAP organiza o país em regiões de saúde.
Por Cristina Gumiero e Lívia Nascimento, da Agência Saúde – Ascom/MS
(61) 3315-6260/ 3580


Saúde »Governo libera recursos para atendimento a pessoas com transtornos mentais e usuários de álcool e drogas

Publicação: 03/09/2012 08:25 Atualização:

O Ministério da Saúde repassará R$ 6 milhões para o Distrito Federal e oitos estados – Alagoas, Amazonas, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo – investirem nos centros de Atenção Psicossocial (Caps). Os recursos serão aplicados no atendimento a pacientes com transtornos mentais e usuários de crack, álcool e outras drogas.

A Portaria n° 1.874, assinada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, está na edição de hoje (3) do Diário Oficial da União.

Os centros regionais de referência em crack e outras drogas capacitam profissionais de saúde para o atendimento aos usuários e dependentes.

No caso dos médicos, eles são submetidos a cursos, assim como os demais profissionais de saúde são orientados sobre o processo de desintoxicação em hospitais e clínicas. Para agentes comunitários de saúde, o curso é direcionado ao atendimento das pessoas que estão nas ruas.

Paralelamente, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tem reiterado que o governo atua para intensificar a segurança nas regiões fronteiriças. O objetivo, segundo ele, é a adotar uma política pública baseada nos pilares da “repressão, do tratamento clínico e da reinserção social”.

Cardozo disse que o dependente químico deve ser tratado, sob o ponto de vista clínico e social, para ser reinserido na sociedade. Para o ministro Alexandre Padilha, o tratamento aos dependentes químicos deve envolver todas as áreas do governo com apoio dos ministérios da Justiça, Educação e do Desenvolvimento Social, além do da Saúde.

Segundo Padilha, o plano não deve ser “só um anúncio de ações, mas [tem que incluir]medidas acontecendo de imediato”. Para ele, é fundamental também o apoio dos estados, por meio de medidas como a fiscalização de motoristas que consomem álcool antes de dirigir.



COMUNICADO DA REGIONAL MATA NORTE


Caros colegas, em virtude da necessidade de fortalecemos nossos conhecimentos de nossa classe profissional, a Diretoria em Exercício da REGIONAL MATA NORTE, convoca todos agentes comunitários de saúde da região para participar da reunião ordinária da Diretoria Regional da Mata Norte, será realizada na cidade de Nazaré da Mata no próximo dia 14 de setembro de 2012 às 9 horas na câmara municipal. Na ocasião serão tratados assuntos de interesse da classe profissionais.




José Evaldo de Santana
Vice-Presidente regional





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