quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Veja que absordo que esse desenformado fala dos acs


PRESIDENTE DO CNM, DIZ QUE AGENTES DE SAÚDE DEVEM SER DEMITIDOS, POIS SÓ SERVEM PARA PREENCHER PAPEIS DESNECESSÁRIOS, INCOMODAR AS FAMÍLIAS E INCHAR AS CONTAS PÚBLICAS.



FOTO:  DIVULGAÇÃO



No dia 27 de novembro aconteceu no Hotel Vila Galé um encontro de prefeitos do estado do Ceará, no oportuno o Presidente da Confederação Nacional de Municípios-CNM adotou um discurso duro onde sugeriu que fossem demitos servidores que não são efetivos incluindo os Agentes de Saúde, "
O que eles fazem preenchem papeis sem importância e querem comer de graça" completou Paulo Ziulkoski.
"O que eles fazem hoje além de preencher papéis desnecessários incomodando as famílias?"

O BLOG ACE PRISCILA & AMIGOS, DEIXA AQUI O REPÚDIO A ESSE CIDADÃO QUE ALÉM DE DESPREPARADO E DESINFORMADO, DEVE APRENDER A LAVAR A BOCA COM SABÃO ANTES DE SE REFERIR A UMA CATEGORIA QUE MUDOU A COSNTITUIÇÃO FEDERAL DUAS VEZES A SEU FAVOR, CATEGORIA ESSA QUE SE NÃO TIVESSE TAMANHA IMPORTÂNCIA, NÃO SERIA TEMA DE DISCUSSÃO CONSTANTE EM BRASÍLIA E JÁ TERIA SIDO EXTINTA PELO GOVERNO FEDERAL.
QUERO FAZER UM CONVITE AO SENHOR PRESIDENTE DA CMN, QUE FAÇA A EXPERIÊNCIA DE TRABALHAR NO MÍNIMO UMA SEMANA ACOMPANHANDO UM AGENTE DE SAÚDE EM CAMPO E DEPOIS DIZER SE PENSA DA MESMA FORMA.
PESSOAS COMO ESSE SUJEITO É BEM PROVÁVEL QUE NUNCA SOUBE O QUE É TRABALHAR DURO EM BAIXO DE CHUVA E SOL NA VIDA DELE. 

FONTE: BLOG ACE PRISCILA E AMIGOS.

Atenção com HPV


HPV causa 90% dos casos de câncer de colo de útero



Do G1, em São Paulo

tópicos:
O vírus do papiloma humano (HPV, na sigla em inglês) é a doença sexualmente mais comum que existe. Atinge tanto homens quanto mulheres, e pode causar verrugas ou feridas genitais.
Nas mulheres, porém, o vírus gera uma preocupação a mais. Em 90% dos casos de câncer do colo de útero, o HPV é o responsável. Para prevenir essa doença, o segundo tipo de tumor mais comum entre mulheres, é preciso fazer o exame papanicolau com a frequência recomendada (veja no quadro abaixo).
No Bem Estar desta terça-feira (21), o ginecologista José Bento e o oncologista Glauco Baiocchi Neto explicaram a melhor maneira de se proteger desse vírus e a importância de fazer o diagnóstico rapidamente.
HPV valendo (Foto: Arte/G1)
Existem dois tipos de vacina contra o HPV, mas nenhum deles protege contra todas as variações. Por isso, o exame preventivo também deve ser feito mesmo em mulheres vacinadas.
As três doses necessárias ainda não estão disponíveis na rede pública de saúde. Nas clínicas particulares, custam em média R$ 1.000, e a aplicação é recomendada principalmente em meninas e adolescentes. Antes do início da vida sexual, a eficácia é de quase 100%.
Apesar de o vírus ser mais perigoso para as mulheres, a imunização de homens também é importante. Afinal, além do risco de ter verrugas genitais, eles podem transmitir o vírus, o que pode não ocorrer se estiverem vacinados.
A transmissão do HPV acontece por contato direto com a pele infectada. Os tipos genitais são passados na relação sexual. Também há estudos que demonstram a presença rara dos vírus na pele, na laringe (cordas vocais) e no esôfago. O desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica em outras regiões do corpo é bastante raro.
Compartilhar toalhas ou roupas íntimas também pode transmitir o vírus. O micro-organismo é capaz de sobreviver até uma semana em peças de roupa, por exemplo. Contudo, se essa peça for lavada com água e sabão, ele desaparece. No caso de copos, não há nenhuma evidência científica de que o compartilhamento transmita o HPV.

domingo, 9 de dezembro de 2012


Cardiologistas alertam para o aumento do número de mortes por doenças do coração e cobram mais campanhas de prevenção



Akemi Nitahara
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Médicos cardiologistas de vários países estão no Rio de Janeiro para alertar sobre a epidemia de doenças cardiovasculares, que matam 17 milhões de pessoas por ano no mundo. Só no Brasil, são 300 mil mortes, segundo dados do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para tentar reverter o atual quadro de mortes, foi divulgada hoje (30) a Carta do Rio, durante o 3º Brasil Prevent, evento que ocorre no Hotel Windsor Atlântica e termina, no domingo (2), com uma caminhada em Copacabana.
O documento é assinado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Interamericana de Cardiologia, American Heart Association, European Society of Cardiology e pela World Heart Federation. De acordo com o presidente da SBC, Jadelson Andrade, a carta propõe metas a serem buscadas no mundo todo.
“O documento parte do princípio de que 36 milhões de mortes no mundo foram causadas na última década pelas doenças não infecciosas, que nós chamamos de doenças não comunicadas. E dessas, um percentual bastante expressivo se deve a doenças cardiovasculares. Então, hoje, no mundo, morrem 17 milhões de pessoas por ano por doenças cardiovasculares. E se a gente não tomar atitudes como esta, a expectativa é que o número cresça, até 2030, para 23 milhões de pessoas”, alertou.
O médico ressaltou que na América Latina 43% das mortes por doença cardiovascular são de indivíduos em idade produtiva, o que causa um grande impacto socioeconômico. No Brasil, as doenças não comunicáveis causam 72% das mortes, sendo que as cardiovasculares contribuem com 31% do total. Em termos de comparação, ele relacionou que as mortes por câncer são 16,3%, por diabetes 5,2% e por doenças respiratórias 5,8%. Andrade destacou a importância de implementação de políticas públicas para prevenir o avanço da epidemia.
“Urge a necessidade de que programas e projetos de prevenção cardiovascular e de tratamentos efetivos sejam estabelecidos, porque esse foi o caminho encontrado por diversos países do mundo para conseguir controlar essa epidemia de mortes por doença cardiovascular, inclusive com a redução do custo do tratamento, que passa de US$ 20 bilhões por ano”.
Na Carta do Rio, as sociedades de cardiologia colocam como meta reduzir em 25% a mortalidade até 2025. Para isso, é necessário diminuir em 10% a prevalência do sedentarismo nos adultos, aumentar em 25% o controle da pressão alta, limitar a ingestão de sal a menos de 5 gramas por dia, reduzir em 30% o número de fumantes e em 10% o consumo excessivo de álcool, diminuir a ingestão de gorduras saturadas em 15%, deter o aumento da obesidade, reduzir em 20% o nível de colesterol total na população, disponibilizar medicamentos para metade das pessoas que precisam prevenir ataque cardíaco e derrame e disponibilizar medicamentos para pelo menos 80% da população que precisam deles.
O presidente da SBC disse que o Brasil tem programas de prevenção para doenças cardiovasculares, porém, ainda tímidas diante da magnitude do problema. “Se você comparar os programas que nós temos para tabagismo e para hipertensão arterial, por exemplo, com o programa contra aids, que mata 30 vezes menos do que as doenças do coração, é quase nada. Se você comparar a campanha do câncer de mama, que mata 36 vezes menos do que o derrame e o enfarto do miocárdio, as campanhas das doenças do coração precisam ser ampliadas. Nós defendemos a ideia, claro, que as campanhas que existem nas outras áreas sejam ampliadas, mas que as campanhas das doenças cardiovasculares deixem de ser tão pouco expressivas como atualmente vem sendo”.
Segundo ele, se nada for feito, em 2030 “o Brasil será o campeão mundial não de futebol, mas de morte por doença cardiovascular”.

Edição: Aécio Amado
 

30/11/2012 - 19h06
Akemi Nitahara
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Médicos cardiologistas de vários países estão no Rio de Janeiro para alertar sobre a epidemia de doenças cardiovasculares, que matam 17 milhões de pessoas por ano no mundo. Só no Brasil, são 300 mil mortes, segundo dados do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para tentar reverter o atual quadro de mortes, foi divulgada hoje (30) a Carta do Rio, durante o 3º Brasil Prevent, evento que ocorre no Hotel Windsor Atlântica e termina, no domingo (2), com uma caminhada em Copacabana.
O documento é assinado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Interamericana de Cardiologia, American Heart Association, European Society of Cardiology e pela World Heart Federation. De acordo com o presidente da SBC, Jadelson Andrade, a carta propõe metas a serem buscadas no mundo todo.
“O documento parte do princípio de que 36 milhões de mortes no mundo foram causadas na última década pelas doenças não infecciosas, que nós chamamos de doenças não comunicadas. E dessas, um percentual bastante expressivo se deve a doenças cardiovasculares. Então, hoje, no mundo, morrem 17 milhões de pessoas por ano por doenças cardiovasculares. E se a gente não tomar atitudes como esta, a expectativa é que o número cresça, até 2030, para 23 milhões de pessoas”, alertou.
O médico ressaltou que na América Latina 43% das mortes por doença cardiovascular são de indivíduos em idade produtiva, o que causa um grande impacto socioeconômico. No Brasil, as doenças não comunicáveis causam 72% das mortes, sendo que as cardiovasculares contribuem com 31% do total. Em termos de comparação, ele relacionou que as mortes por câncer são 16,3%, por diabetes 5,2% e por doenças respiratórias 5,8%. Andrade destacou a importância de implementação de políticas públicas para prevenir o avanço da epidemia.
“Urge a necessidade de que programas e projetos de prevenção cardiovascular e de tratamentos efetivos sejam estabelecidos, porque esse foi o caminho encontrado por diversos países do mundo para conseguir controlar essa epidemia de mortes por doença cardiovascular, inclusive com a redução do custo do tratamento, que passa de US$ 20 bilhões por ano”.
Na Carta do Rio, as sociedades de cardiologia colocam como meta reduzir em 25% a mortalidade até 2025. Para isso, é necessário diminuir em 10% a prevalência do sedentarismo nos adultos, aumentar em 25% o controle da pressão alta, limitar a ingestão de sal a menos de 5 gramas por dia, reduzir em 30% o número de fumantes e em 10% o consumo excessivo de álcool, diminuir a ingestão de gorduras saturadas em 15%, deter o aumento da obesidade, reduzir em 20% o nível de colesterol total na população, disponibilizar medicamentos para metade das pessoas que precisam prevenir ataque cardíaco e derrame e disponibilizar medicamentos para pelo menos 80% da população que precisam deles.
O presidente da SBC disse que o Brasil tem programas de prevenção para doenças cardiovasculares, porém, ainda tímidas diante da magnitude do problema. “Se você comparar os programas que nós temos para tabagismo e para hipertensão arterial, por exemplo, com o programa contra aids, que mata 30 vezes menos do que as doenças do coração, é quase nada. Se você comparar a campanha do câncer de mama, que mata 36 vezes menos do que o derrame e o enfarto do miocárdio, as campanhas das doenças do coração precisam ser ampliadas. Nós defendemos a ideia, claro, que as campanhas que existem nas outras áreas sejam ampliadas, mas que as campanhas das doenças cardiovasculares deixem de ser tão pouco expressivas como atualmente vem sendo”.
Segundo ele, se nada for feito, em 2030 “o Brasil será o campeão mundial não de futebol, mas de morte por doença cardiovascular”.

Edição: Aécio Amado

SUS inclui remédio para doenças respiratória...


SUS inclui remédio que previne doenças respiratórias em lista de distribuição gratuita


Vinícius Soares
Repórter da Agência Brasil
Brasília- A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde incluiu na lista de remédios fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) o medicamento Palivizumabe, usado na prevenção do vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês prematuros e crianças de até 2 anos com doença pulmonar crônica ou doença cardíaca congênita.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (3) e o ministério terá prazo de 180 dias para disponibilizar o remédio no SUS. O vírus sincicial respiratório é um dos principais responsáveis por casos de bronquiolite e pneumonia em crianças de até 2 anos.
Edição: Denise Griesinger

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Inca divulga menor incidência de alguns câncer no País


Inca aponta menor incidência de alguns tipos de câncer no país




Da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Estudo do Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta queda nas taxas de incidência e mortalidade para tipos da doença em algumas cidades do país. Curitiba (PR) é a capital com a maior queda de casos novos de câncer (9,4%) e mortes (7,9%). São Paulo (SP) e Goiânia (GO) também apresentaram redução significativa (7,4% dos casos e 3,6% das mortes ) e (4,9% dos casos e 3,2% das mortes), respectivamente.
Para o câncer de colo de útero, o estudo aponta que das 11 cidades com Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP), com pelo menos oito anos de informações consolidadas, nove apontam tendência de queda nos casos e nas mortes, duas registraram tendência de alta na incidência e uma tendência de alta da mortalidade. Em Salvador, por exemplo, entre os anos de 1997 e 2004, houve redução de 5,3% na incidência e 3,5% na mortalidade. A estimativa do instituto, até o fim do ano, é que quase 18 mil mulheres, em todo o país, sejam diagnosticadas com a doença.
Para o diretor-geral do Inca, Luiz Antônio Santini, o declínio é resultado das campanhas de prevenção feitas no país nos últimos 20 anos e do diagnóstico precoce das doenças. Ele destacou a importância dos dados para a continuação das pesquisas sobre o câncer. "Isso não é motivo para nos contentarmos, ao contrário, isso é motivo para nos estimular a dizer: 'Olha, tem sido feito coisas que estão dando certo, então precisamos aumentar ainda mais a vigilância e a eficiência e produzir esses documentos que permitem fazer as análises de acompanhamentos e projeções'", avaliou.
O câncer de mama também apresentou redução nas taxas de incidência e morte. Estima-se que 80% das mulheres diagnosticadas com a doença têm sobrevida, percentual superior ao demais países da América Latina. Das 11 cidades avaliadas, a maioria apresentou taxas estáveis para incidência e mortalidade. Quatro apontaram tendência de alta na incidência e três, na de mortalidade, de acordo com o estudo Informativo Vigilância do Câncer.
Apesar do resultado positivo em relação ao câncer de mama, Santini ressalta que é preciso fazer um esforço para melhorar a qualidade dos exames de mamografia. "O exame da mamografia é o mais importante para a detecção precoce do câncer de mama. Ele já detecta a existência do câncer. A mamografia, se feita e analisada de forma correta, é fundamental para reduzir a mortalidade. Não é só garantir o acesso ao exame, mas sim garantir o acesso com qualidade", destacou.
Além desses dois tipos, foram analisados também as tendências de incidência e mortalidade dos cânceres de próstata, estômago e de cólon e reto. Em relação ao de pele, devido à baixa letalidade, foi analisada apenas a tendência de incidência.
O Rio de Janeiro, sede do Inca, ficou de fora dos estudos. De acordo com Santini, a "falha" é em decorrência da dificuldade na implementação das políticas de saúde pública. "É uma questão bastante complexa. Isso não é negligência da atual administração, mas sim, uma consequência da superposição de autoridades na história da saúde pública do Rio de Janeiro. É uma história de competição e não de cooperação", disse.
O lançamento do estudo marca o Dia Nacional de Combate ao Câncer. O estudo reúne informações coletadas em 22 estados que têm o RCBP, indicador do Inca, com pelo menos um ano consolidado. Ainda engloba 11 cidades que têm o RCBP por pelo menos oito anos, com o objetivo de analisar as tendências da doença no país. Os dados coletados são de 1987 a 2009, dependendo da cidade avaliada.
Edição: Carolina Pimentel
   

Ministério da saúde irá premiar equipe de atenção Básica


Acesso e qualidade: Saúde premia equipes de Atenção Básica



ACESSO E QUALIDADE: SAÚDE PREMIA EQUIPES DE ATENÇÃO BÁSICA


O Ministério da Saúde vai premiar, pela primeira vez, o alto padrão de qualidade das Equipes de Atenção Básica (EAB) que integram a políticaSaúde Mais Perto de Você. A lista das equipes que foram avaliadas pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) consta da Portaria 2.626. Em todo o país, serão repassados quase R$ 75 milhões referentes à certificação de 15.095 equipes de 3.532 municípios. Desde o ano passado, o Ministério da Saúde já repassou para o PMAQ R$ 534 milhões.
“É a primeira vez que o Ministério da Saúde está repassando recursos com base na qualidade do atendimento na Atenção Básica. Agora, passamos a ter um padrão de qualidade nacional”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Também pela primeira vez, o Ministério da Saúde ouviu, pessoalmente, a opinião dos usuários sobre o atendimento prestado por Equipes de Atenção Básica. Foram entrevistados 55.951 mil usuários.
Incentivos – Atualmente, cada equipe recebe do governo federal de R$ 7,1 mil a R$ 10,6 mil por mês, conforme critérios socioeconômicos e demográficos, acrescidos ainda recursos para as equipes com Agentes Comunitários de Saúde e profissionais de Saúde Bucal. Equipes consideradas insatisfatórias, que não cumpriram o mínimo necessário do padrão de qualidade, não receberão recursos. Porém, poderão se inscrever novamente para uma nova avaliação, que acontece em março de 2013.
No mesmo período, será possível ampliar a adesão para 100% das Equipes de Saúde da Família, o que representa um universo de aproximadamente 33 mil equipes. Será possível também a adesão, ao PMAQ,de Equipes de apoio dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), de Centro de especialidades Odontológicas (CEO) e dos Consultórios na Rua.
As equipes avaliadas são compostas por médico, enfermeiro, técnico ou auxiliar de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde. Há equipes que também oferecem assistência odontológica e são formadas por dentistas, auxiliar de consultório dentário e/ou técnico em saúde bucal.
Qualificação – Esses resultados correspondem à última fase de avaliação do PMAQ, que consiste no repasse dos recursos e no recredenciamento automático das equipes no programa, com adoção de novos padrões e indicadores de qualidade. O objetivo é garantir um alto nível de atendimento por meio de um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde.
No próximo mês, serão finalizadas as análises dos dados de todas as equipes participantes. “A expectativa éque a divulgação dos resultados específicos possa dar subsídios às equipes para o reconhecimento dos esforços já empreendidos e para a implantação das melhorias”, explica o coordenador de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Hêider Pinto.
UBS – O Ministério da Saúde também está investindo na qualidade das Unidades Básicas de Saúde (UBS), onde as equipes de Atenção Básica atendem a população. O Programa de Requalificação das UBS (RequalificaUBS) prevê desde a adaptação da estrutura física das unidades até o trabalho das equipes de saúde.
O programa tem o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos profissionais de saúde, além de modernizar e qualificar o atendimento à população. Prevê, ainda, a construção de novas UBS, além da ampliação e reforma das unidades já existentes. Atualmente, existem mais de 38 mil Unidades Básicas de Saúde no país.
O Programa – O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) é um dos componentes da Estratégia “Saúde Mais Perto de Você” e tem o objetivo de estabelecer um padrão de qualidade na assistência básica ao estimular a instituição de processos que assegurem maior acesso e qualidade aos serviços ofertados pelas Equipes de Atenção Básica (EAB).
Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Agente de Saúde recebem FGTS


FGTS LIBERADO PARA AGENTES DE SAÚDE




O Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador – SINDSEPS abraçou a luta dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate as Endemias no que diz respeito ao saque do FGTS desses Servidores, com a edição da Lei 7.955 que transformou o regime jurídico para estatutário estes servidores passaram a ter direito ao pagamento desses valores.
A assistência jurídica prestada pelo SINDSEPS tem dois grandes diferenciais. O primeiro é que essas ações não se restringem apenas ao pedido de pagamento dos valores depositados, mas também a cobrança das parcelas que não foram depositadas, principalmente para os servidores oriundos da Real Sociedade, que tem, geralmente, muitas parcelas não depositadas.
O segundo diferencial é que o SINDSEPS, em atenção e respeito ao quanto preceitua a nossa legislação e jurisprudência, não cobra honorários advocatícios dos seus associados, que já contribuem mensalmente com o Sindicato que remunera os seus advogados.
O registro das ações ajuizadas pelo corpo jurídico do SINDSEPS tem sido revestido de êxito, com antecipações de tutela concedidas, alvarás emitidos para saque e sentenças favoráveis.

O coordenador jurídico do SINDSEPS  Bira Leite, comemora a atuação do sindicato e reitera o empenho do setor jurídico na luta com as questões trabalhistas dos servidores. “O nosso empenho diário fortalece o trabalho desenvolvido pelo sindicato em toda tramitação do processo de transferência do servidor do regime CLT para estatutário que em decorrência da Lei, assegura-lhes o direito de movimentar a conta do FGTS” Disse.
O servidor pode procurar o SINDSEPS para o atendimento.
Segunda e quarta: 9h às 12h e 13h às 16h
Quinta: 9h às 11h
Dr. Marcus Brito, advogado responsável para acompanhar os processos do FGTS.
Mais informações pelo telefone: (71) 3321-4855.

FONTE: SINDSEPS

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Sistema online disponibilizará informações sobre cursos de residência na área de saúde


Vinícius Soares
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde instituiu hoje (26) sistema de informação para facilitar a supervisão, regulação e avaliação dos programas de residência na área de saúde. A comissão é vinculada à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação.
A decisão foi publicada na Resolução nº 5, do Diário Oficial da União desta segunda-feira, e prevê que o SisCNRMS deverá ser acessível a todos pela internet. Constarão no sistema informações sobre o reconhecimento dos cursos de residência multiprofissional na área de saúde, com uma lista de todos os que estão autorizados a funcionar.
A Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde e a Coordenação-Geral de Hospitais Universitários e Residência de Saúde serão as responsáveis por coordenar sistema, e a Diretoria de Tecnologia da Informação do Ministério da Educação deverá colocá-lo no ar e mantê-lo em funcionamento.
Edição: Graça Adjuto